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domingo, 1 de janeiro de 2012

Criando arquivos Java padronizados

Para facilitar o desenvolvimento de componentes em Java, foi criado um padrão chamado JavaBeans.

E como todo o padrão, dispõe de algumas regras, que são elas:
  • Implementar a interface Serializable;
  • As variáveis de instância deverão ser encapsuladas, sendo precedidas com o modificador de acesso private. Essas variáveis serão acessadas por terceiros somente utilizando as interfaces disponibilizadas publicamente pela classe, ou seja,os métodos de instância;
  • Ter um método construtor sem argumentos;
  • Os métodos de instância deverão receber o modificador de acesso public, para permitir o acesso tanto aos métodos de configuração e recuperação de variáveis;
  • Ter métodos de configuração de variáveis declarados com a palavra set precedendo seu nome. Além disso, terão que declarar valor de retorno void e receber como argumento o valor a ser configurado na variável.
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Uma palavrinha sobre herança em Java

Conforme demonstra o código abaixo, a classe X estende Y, ou seja, Y é uma classe,já que não é possível uma classe estender uma interface. Além disso X implementa N, uma interface. Com isso, desde já a classe X é considerada como instância de Ye instância de N.

Verificando a classe Y, percebemos que ela implementa Z, ou seja, Z é uma interface. Y também implementa M, outra interface.

Uma classe pode implementar diversas interfaces simultaneamente. Isso reflete em X, que com isso torna-se também um instância de Z e M.

A palavra-chave implements é utilizada quando deseja-se atribuir à classe um novo comportamento (método), sendo a partir de então obrigatório implementar os métodos declarados na interface, caso exista algum.

A palavra-chave extends é utilizada para estender (especializar) uma classe. Diferente de implements não forçará ninguém a implementar os métodos da classe estendida, também conhecida como super, somente no caso da superclasse ser abstract e ter implementado uma interface. Quando uma classe é abstract, ela não é obrigada a implementar suas interfaces declaradas, deixando a tarefa para ser realizada pela primeira classe concreta que a estender.
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Copiando arquivo Windows / Linux

Utilizado para transferência de arquivo entre hosts o comando scp do linux é muito conhecido e usado por seus usuários. Para os usuários windows que queiram realizar transferências de arquivos para host linux existe o PSCP.

Um utilitário da família do Putty, que possibilita a  transferência de arquivos a host linux utilizando o protocolo ssh.

Para utilizá-lo baixe o arquivo .exe no link:

http://the.earth.li/~sgtatham/putty/latest/x86/pscp.exe

Para enviar um arquivo de sua máquina para um host remoto execute o seguinte comando:
pscp -scp arquivo_a_ser_transferido user@host:/local_de_destino
Para copiar um arquivo de um host remoto:
pscp -scp user@host:/local_de_destino/arquivo_remoto_desejado
O arquivo então é copiado no diretório corrente. Caso deseje copiar uma diretório inteiro, execute o comando:

pscp -scp -r diretorio_a_ser_copiado user@host:/local_de_destino
A figura abaixo demonstra a transferência de arquivos entre os hosts.


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Gerenciamento de contas e permissões no GNU/Linux

Considerações iniciais


Nesse texto irei apresentar alguns comandos para manipulação de contas e gerenciamento de usuários no GNU/Linux. Apesar de breve, nas próximas linhas iremos abordar comandos para a adição de usuários, alteração de privilégios e entre outras coisas, explicar de forma genérica como funciona o sistema de acesso a arquivos e diretórios no 'tux'. Todo esse post foi originado a partir de minhas notas de aula (Desenvolvimento de SW Livre - Profs. Hélio/Eugeni) e por isso em alguns trechos não me atenho a explicar todas as sintaxes ou parâmetros utilizados, mas além dos possíveis erros estou a disposição para discutir sobre eventuais dúvidas.

Começando...


Como um sistema multiusuário que é, o Linux necessita de mecanismo de gerenciamento de contas eficiente e prático. Para tanto, dispõe de recursos que apesar de simples, demonstram-se plenamente eficazes nas tarefas de manutenção de usuários do sistema.

A seguir, um rápido overview sobre os principais tópicos de manipulação de contas e gerenciamento de permissões de um ambiente Linux.Mais informações »

Alterando configuração do teclado no CentOS

Durante a instalação do CentOS na Virtual Box preferi selecionar o idioma ENGLISH como padrão. Para minha surpresa,  o teclado ficou desconfigurado....(no_ob).

Enfim, para alterar faça:

 # nano /etc/sysconfig/keyboard

altere a linha:

KEYTABLE= "us"

para

KEYTABLE="br-abnt2"

Reinicie o sistema.

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Instalação e configuração (básica) do Tomcat no CentOs 5.4

Primeiramente será preciso baixar o arquivo do servidor que pode ser obtido no seguinte endereço:
$wget http://ftp.unicamp.br/pub/apache/tomcat/tomcat-5/v5.5.28/bin/apache-tomcat-5.5.28.tar.gz
O download inicia e vc será orientado por uma barra de progresso em modo texto que é exibida no bash.
Ao final do download, aloque o arquivo em algum diretório de sua preferência e efetue a descompactação.
$tar –xzvf apache-tomcat-5.5.28.tar.gz /usr/local/tomcat
O arquivo será descompactado originando-se em um diretório chamado :
/../apache-tomcat-5.5.28
Agora é só configurar as variáveis de ambiente. Assim, abra o arquivo em modo de edição:
#vi /etc/profile
E adicione as seguinte linhas:
CATALINA_HOME=/../apache-tomcat-5.5.28
CATALINA_BASE=/../apache-tomcat-5.5.28
  • uma maneira rápida de fazer isso é utilizando o seguinte comando:
#echo “CATALINA_HOME=/../apache-tomcat-5.5.28” >> /etc/profile
#echo “CATALINA_BASE=/../apache-tomcat-5.5.28” >> /etc/profile
  • Atenção: ao utilizar este comando muito cuidado, NÃO DIGITAR somente um sinal de maior, ex. "> /etc", o que resultará em destruição do arquivo.
Configuradas as variáveis, hora de iniciar o serviço com o seguinte comando:
# $CATALINA_HOME/bin/startup.sh
Após verificar que as informações de carregamento do servidor foram ativadas, abra um navegador e digite na barra de endereço o seguinte:
Se vc obter a página do Tomcat conforme mostrada na figura abaixo, tudo OK.


Para interromper a execução do serviço execute o seguinte comando:
#$CATALINA_HOME/bin/shutdown.sh
Em outra oportunidade, abordaremos outras opções de configuração do Apache Tomcat. Por hora é só começar a usá-lo.
É isso. =)

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Instalação do CentOs 5.4 (x86_64)

O CentOs é uma distribuição derivada do Red Hat e distribuído sob a licença GNU/GPL. Atualmente encontra-se disponível para diversas arquiteturas como :
  • IA-32 (x86) - 32-bits
  • Intel Itanium (IA-64)
  • x86-64 (AMD64 e Intel EM64T)
  • PowerPC/32 (Apple Macintosh e PowerMac com processador G3 ou G4 PowerPC)
  • IBM Mainframe (eServer zSeries e S/390)
Inicialmente, encarado como uma solução linux para servidores, sua adoção em desktops vem tornando-se cada vez mais sólida, sendo que atualmente dispõe até de uma versão em livecd.

Algumas de suas vantagens apresentadas é sua uma comunidade sempre ativa e em constante evolução, rapidez nos testes, correção e distribuição dos pacotes, além dos múltiplos canais de suporte gratuito existentes como os forums, irc e listas de e-mails.

Neste breve tutorial vamos abordar sua instalação básica, deixando-o pronto para seu funcionamento em ambiente desktop. Tipo de instalação: netInstall.

Download:  Instalação do CentOs 5.4 (x86_64)

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Iniciando em VirtualBox

Já foi o tempo em que para simplesmente testar um sistema operacional - SO - precisávamos alterar todo o layout do Hard Disc - HD, redimensionando as partições afim de alocar o novo hóspede.

Atualmente contamos com algumas inovações da tecnologia que facilitaram e muito a tarefa de conhecer novos SO's, de forma rápida e prática.

Entre várias opções temos os Live CD's, ou seja, mídias 'bootáveis' que oferecem um SO sem a necessidade de instalação, trazendo aos usuários a comodidade de conhecer antes de adotar efetivamente alguma distribuição.

Similar aos anteriores, existem também os Live Usb's, onde a partir de um pendrive USB é possível realizar todas as tarefas anteriormente citadas com os Live CD's.

Mas se a necessidade da instalação for maior, o usuário poderá ainda optar pela recurso da virtualização.

Criado há mais de 40 anos, o conceito de virtualização tinha como objetivo investigar e resolver questões relacionadas a otimização de recursos , paralelismo, redundância, entre outros.

Após alguns anos de pesquisas e aprimoramento, a virtualização ganhou força mas foi somente a partir do final do século passado, com o lançamento da VMWare que esta tecnologia realmente conquistou seu lugar. E apesar do conceito estar diretamente ligado a idéia de mainframes, e grandes servidores, a virtualização tem se mostrado grande aliada em ambientes desktops, facilitando os estudos de SO's sem causar maiores preocupações.

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Sobre

Este blog tem como objetivo concentrar informações sobre temas relativos tecnologia da informação como Open Source, Desenvolvimento de Sistemas e Web.

Espero que além de um ferramenta de registro e consulta do autor, posso contribuir com a necessidade de qualquer pessoa que busque por informações de mesmo propósito.