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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

...mais sobre exceções em Java

Algumas observações:

O tipo da exceção declarada no catch deverá ser compatível com a exceção esperada. Do contrário, o Java alertará que o erro não está sendo tratado. (Exceções verificadas).

Perceba também que existe uma hierarquia permitida para declaração de vários catch's. Caso seja necessário declarar vários catch's procure começar com as classes filhas e posteriormente ir para as classes mais genéricas.

Resumo das Exceptions.

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Tratando exceções em Java

A palavra exceção é clara. Algo que foge à regra. Ou seja, quando um código não se comporta da forma que deveria, muito provalvelmente ocorrerá uma exceção.

Para tratar exceções utilize um bloco de código chamado try/catch. Pense como se vc estivesse tentando executar uma tarefa e caso ocorresse um problema, existisse alguém preparado para capturar o erro. Ex.

criança tentando andar de bicicleta{

 }
 Adulto preparado para ampará-la caso cair {

 }

O exemplo pode até não ser um dos mais felizes, mas é bem o que o try do Java faz. Caso entre o ponto de inicio e fim a referida criança sofra alguma queda, o adulto, preparado para ampará-la, fará com que ela se equilibre e pelo menos termine o trajeto.

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Mais sobre break e continue... agora com rótulos.

As instruções break e continue interrompemo fluxo do processamento com uma pequena diferença, de uma para outra.
  • continue: a execução do loop continua, porém o código após a instrução não será executado enquanto continue estiver sendo processado;
  • break: a execução não continua. O processamento salta para fora do bloco.
Essas instruções só podem ser usadas dentro de um loop.

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Instruções break e continue

As instruções break e continue interrompemo fluxo do processamento com uma pequena diferença, de uma para outra.
  • continue: a execução do loop continua, porém o código após a instrução não será executado enquanto continue estiver sendo processado;
  • break: a execução não continua. O processamento salta para fora do bloco.
Essas instruções só podem ser usadas dentro de um loop.

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O for melhorado

O for melhorado dispensa algumas características em relação ao for básico:
  • não possui seção de expressão booleana;
  • e não possui a seção do incrementador;
Acaba tendo o mesmo comportamento do for..each existente em algumas linguagens, onde para uma coleção ele itera automaticamente sobre cada elemento. Porém, não tem um controle explícito dessa iteração e se quiser acessar algum elemento específico, será necessário criar um incremento.

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...mais estruturas de repetição.

...cansado dessa estruturas, resolvi não comentar muito..somente dentro dos próprios códigos.

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Um "switch" rápido!

Outra estrutura de controle de fluxo é o switch, que pode desempenhar o mesmo papel de uma estrutura de ifs aninhados.

A estrutura é formada pelo switch que informa o valor procurado e uma sequência de cases que definem o comportamento para cada caso.

Assim que o valor definido no inicio do switch for encontrado, o fluxo entra no case correspondente executando tudo que vier na sequência até encontrar um break.

Caso não encontre nenhum valor correspondente, executará a instrução default, caso seja definida.

Comentários adicionais, seguem junto ao código.

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Instruções if, else e else if.

Para que uma instrução if funcione é preciso ter um valor booleano dentro dos parênteses. Esse valor poderá ser uma literal, variável ou retorno de uma expressão.

No código abaixo, linha 25, apesar dos valores retornados serem false, a resposta para a pergunta feita é true.

Note também que no último if, linha 25, não foi utilizado chaves. Isso é possível, porém, somente a primeira linha depois do if é executada em função do retorno verdadeiro.

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Enums em Java

O enum é uma lista enumerada que permite a restrição de um conjunto de constantes. Pode ser considerado uma classe, sendo que poderá ser declarado somente como público, ou default. Perceba que nenhuma das classes foram declaradas como public, assim, é possível declarar várias no mesmo arquivo, sendo todas as classes com nomes diferentes do nome do arquivo.

Estrutura (Código abaixo):
  • palavra-chave: enum
  • Nome do enum (classe): EnumForaDaClasse
  • Constantes: VALOR1, ...
Observe o código abaixo:
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Declarando métodos com var-args

Um dos recursos implementados a partir do Java 5.0 foi o var-args.

Com ele é possível efetuar a passagem de argumentos para métodos através de uma lista declarada diretamente na chamada do método.

Existem algumas regras para utilizar esse recurso, que são elas:
  • Na declaração dos parâmetros, é necessário declarar o tipo da lista de argumentos, podendo ser esta de tipos primitivos ou objetos;
  • Na chamado do método que utiliza como parâmetro var-args, deve fornecer os argumentos separados por virgulas;
  • Além da lista, seu método poderá receber outros argumentos, desde que estes sejam declarados antes do var-args.
Observe o código na sequência:Mais informações »

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Uma breve revisão (Java)

Os programas em Java, consistem na maioria das vezes, em vários objetos relacionados formando uma coesa coleção de elementos.

Uma classe é o modelo de um objeto (projeto), que possui detalhado dentro de si, os possíveis estados e comportamentos permitidos. No projeto de um objeto, poderemos definir vários estados e comportamentos, e para distingui-los uns dos outros utilizaremos identificadores únicos ou sobrecarregados.

O Java é provido de uma infinidade de recursos que para acessá-los utilizamos comandos específicos da linguagem, que são as palavras-chave.

Para atingir um maior nível de eficiência, essa classe poderá ser aprimorada, especializada, dando origem ao um tipo derivado, que herdará todos seus atributos e comportamentos declarados acessíveis (públicos).

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